A regra que resolve a maioria dos casos
Pergunte quem emitiu ou certificou o documento, não quem precisa dele nem onde essa pessoa vive. Nos Estados Unidos, cada um dos 50 estados, o Distrito de Columbia e os territórios têm a sua própria autoridade de apostila, quase sempre a Secretaria de Estado ou um gabinete equivalente, e essa autoridade só apostila documentos emitidos, registados ou notarizados dentro da sua própria jurisdição. O governo federal, através do Office of Authentications do Departamento de Estado dos EUA, apostila exclusivamente documentos provenientes de uma agência federal, de um tribunal federal ou de um funcionário federal no exercício das suas funções.
Dito de outra forma: a pergunta não é «em que estado vivo?» nem «para que país vou?». A pergunta é «de onde vem a assinatura ou o selo que precisa de ser autenticado?». Uma certidão de nascimento, uma certidão de casamento, uma sentença judicial estadual ou um ato notarial correspondem quase sempre à via estadual. Um documento assinado por um funcionário federal (como um relatório de antecedentes do FBI) segue a via federal, independentemente do estado onde resida quem o solicita.
Exemplo: viver na Flórida não transforma numa certidão da Flórida uma certidão de nascimento emitida em Nova Iorque. Esse documento deve ser apostilado junto da autoridade de Nova Iorque, porque foi Nova Iorque quem registou o nascimento e quem pode certificar a assinatura do funcionário que o emitiu.